Copywriting: como escrever artigos persuasivos e conquistar mais conversões na internet

Copywriting: como escrever artigos persuasivos e conquistar mais conversões na internet

Copywriting…

Técnica que facilita bastante a comunicação, não apenas no que diz respeito às vendas, mas também quanto à clareza do texto.

Quando escrevo usando o copywriting, preciso me esforçar para tornar o texto o mais objetivo e cativante possível.

Devo ressaltar, porém, que não o utilizo pensando apenas em vendas quando escrevo um artigo para blog.

Não coloco um gatilho mental a cada frase no conteúdo.

Apenas tento tornar as coisas mais fáceis, tanto para mim, quanto para o leitor. No fim, acabo convertendo mais…

Apesar de não ser formado em jornalismo, tenho uma pequena bagagem com textos desse estilo.

Fui idealizador e editor de uma revista durante um ano e meio, o que me proporcionou uma boa experiência.

Tento “não deixar” este meu lado jornalista falar mais alto na hora de escrever.

Por quê?

Porque o conteúdo web tem uma proposta diferente. Não é só informar, tem que vender.

Por isso, explico:

De acordo com meu entendimento, um texto informativo puxado para o jornalismo seria um “extremo abaixo”, estando o texto persuasivo na “ponta de cima”, ou seja, no outro extremo.

O que então seria ideal em um texto para blog?

O equilíbrio.

Sei que parece tolice comparar uma linguagem com outra, mas foi dessa forma que consegui estabelecer o parâmetro:

Informativo e vendedor.

A verdade é que em algum momento, os estilos convergem.

O que precisamos fazer é aplicar tudo na dosagem certa para não confundir o que é uma coisa e o que é outra.

Não curto muito essa coisa de “politicamente correto” e sou a favor do “cada um faz o que entendeu ser o certo”.

Desde que a ética e o equilíbrio sirvam como base, e também, que gere resultados.

No que diz respeito ao uso de copywriting na criação de conteúdo para a web, sou um entusiasta e acredito que todo redator web deveria aprender.

Elevando o nível do conteúdo com o copywriting

O conteúdo para blog deve atrair, educar e provocar consciência.

Mas também precisa persuadir, convencer e converter.

O conteúdo deve vender de alguma forma, mesmo que seja uma ideia.

E nesse caso, ao usar o copywriting os resultados se tornam indiscutíveis.

Cabe ao responsável pela produção, seja ele o editor ou o redator, saber o que usar, na hora de usar e como usar cada técnica.

Principalmente comunicando “no time”, nas diferentes etapas da jornada de compra (topo, meio e fundo do funil de vendas).

Trabalhar com marketing digital tem sido um desafio para mim, já que todo dia me aplico a conquistar tal equilíbrio.

Com o copywriting consigo elevar o nível de minha escrita.

Tudo fica mais simples quando você entende que o copywriting não é apenas para vender.

Ele te dá base para muitas coisas, inclusive para tornar o texto mais atraente.

As headlines, por exemplo, se tornam muito menos cativantes sem o trabalho de copy.

O mesmo com introdução, subtítulos e call-to-action.

Vejo muitos redatores comprometendo o resultado final de seus artigos por aplicarem frases sem o devido cuidado.

Encaixam bem palavras-chave, tornam o texto legível, mas não aplicam o mínimo de “energia”.

Ao estudar copywriting, isso começa a mudar.

Só compreendendo as premissas do copywriting, é que conseguimos dar vida a levar o conteúdo ao estado da arte, enquanto garantimos mais conversões com a escrita.

Escola de escrita persuasiva

Ao observar bem o trabalho de David Ogilvy, por exemplo, consegui assimilar o que é “estado da arte”.

Apesar de ser um dos maiores redatores de publicidade de todos os tempos, David fazia arte enquanto vendia.

Abrindo com você, é assim que procuro me comportar.

De repente assim eu consiga aplicar o que ele dizia:

Eu gostaria de ser lembrado como um redator que teve algumas boas ideias.

Existem outros nomes contemporâneos que você pode pesquisar, como Gary Albert, Ben Settle, Frank Kern, John Carlton, Jay Abrahan.

Como escrever bons títulos com o copywriting

Confira os exemplos abaixo e veja o copywriting pode dar outra cara nos títulos de seus conteúdos:

Sem copywriting:

4 passos para criar um negócio 

Com copywriting:

Como criar um negócio do zero em 4 passos simples

Repare que o segundo ficou muito chamativo e atraente do que o primeiro.

Quer outro exemplo?

Sem copywriting:

Como aumentar as visitas de seu blog

Com copywriting:

Tática infalível para aumentar as visitas de seu blog imediatamente

Entendeu a essência?

A abordagem é mais persuasiva, o que não é ótimo quando você quer que o leitor tome uma ação ao ler o texto.

Aqui também destaco a importância de ser criativo.

As coisas no Brasil acabam funcionando com muito “Control C, Control V”.

Um cara cria uma boa headline, um segundo vem e copia, depois um terceiro faz uma cópia do segundo, e o fluxo se repete até que no fim, a headline é um “Frankstein”.

Sem que percebamos, os termos utilizados acabam ficando batidos e passam a não gerar tanto resultado quanto deveriam.

Houve uma época em que estavam utilizando muito o termo “matador”. Era “dica matadora” para lá, “conselho matador” de cá, e todo mundo saiu matando…

Até que o matador não matou mais ninguém.

Da mesma forma é o segredo. Todo mundo tem um segredo agora. No fim, todo mundo descobre o segredo, e, portanto, “o segredo deixa de ser segredo”. O mesmo com “próximo nível”, “fórmula”, “sacada”…

Sei que palavras como essas surtem efeito, mas quando todo mundo começa a fazer a mesma coisa, além de ser chato, se torna inútil.

Por isso, meu conselho para você é: n

Não siga a boiada.

Seja criativo e crie seus próprios títulos. Mesmo que você tenha visto a palavra sendo usada por alguém, procure se diferenciar.

Aliás, com apenas uma palavra você consegue criar uma infinidade de headlines com a aplicação de copy.

Tem um e-book bacana que ensina mais sobre isso, aqui.

Não abra mão de sua identidade

Não caia nessa besteira de “modelagem”. Aprenda as técnicas, conheça o processo, mas desenvolva sua própria identidade.

Você pode se inspirar, e até mesmo testar algo que já foi usado por alguém.

No entanto, jamais, repito, jamais, copie outras pessoas.

Pois no máximo o que você vai conseguir é ser um profissional mediano. O que em outras palavras quer dizer medíocre.

Tem uma frase do Brendon Burchard que eu curto muito:

O mundo dos especialistas está cheio de imitadores. Mas eles estão prestes a ver um rude despertar e ser varridos para fora por uma nova geração de criadores de conteúdo.

Uma profecia que já está se cumprindo aqui o Brasil. Os blogs com aquele tipo de post feito numa forma estão perdendo audiência.

Enquanto aqueles que mostram um diferencial na forma como falam, ganham mais adeptos. Por isso, meu conselho para você é:

Descubra quem é você, se aperfeiçoe sempre, mas não tente ser igual a ninguém. O mundo registra a trajetória de muitos gênios e homens de sucesso.

Nenhum deles construiu sua história imitando os outros. A ideia então é aprender como funciona o processo de criação através de copywriting, sem ficar copiando fórmulas prontas.

Sei que acaba sendo uma tendência natural copiar quem já é autoridade no assunto, mas se o devido cuidado não for tomado, o “Frankstein” poderá ser você.

Meu conselho final para você que é produtor de conteúdo: Inclua o copywriting em seu repertorio de ferramentas, mas não descontextualize o marketing de conteúdo.

PS.: O meu livro A Arte de Escrever Para a Web trata de mais técnicas de escrita persuasiva aplicada o marketing de conteúdo. Conheça aqui!

About Paulo Maccedo

Analista de Marketing pela Universidade Metodista de São Paulo. Blogueiro, autor e criador de conteúdo. Numa relação séria com a comunicação desde 2010, inimigo declarado do spam e evangelizador fervoroso do marketing de permissão.

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